segunda-feira, 13 de janeiro de 2014
segunda-feira, 6 de janeiro de 2014
quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013
Afinal, o que eu sou!
Sou uma soma diminuída das minhas escolhas;
Sou uma sombra iluminada por minhas aventuras e desventuras;
Sou um acorde que pode ser maior por meus grandes atos ou uma pestana mal feita por minhas falhas;
Sou um desenho bem acabado por meus dias louváveis, mas também sou um rabisco feito em cima da hora. Um daqueles em que passamos muitas vezes a borracha e perde a graça;
Sou a leveza de uma manhã ensolarada de sábado no centro da minha cidade mas também sou vento norte que literalmente desnorteia a paciência de alguns;
Sou tudo isso e mais um pouco.
quarta-feira, 22 de agosto de 2012
segunda-feira, 12 de março de 2012
Ainda não encontrei meu lugar ao sol mas quero voltar lá para ver a vista que me deixa um pouco tonto e me faz, pelo menos, parecer que estou em casa.
sábado, 15 de outubro de 2011
Sequência!
quinta-feira, 7 de julho de 2011
Caindo e Aprendendo
domingo, 24 de abril de 2011
Hora de atualizar aqui.
Comprei a biografia do Keith Richards intitulada “Vida” um livro fodástico. Daqueles que não dá vontade de parar de ler. A história dos Stones e como ele (Keith) aprendeu sozinho a tocar o blues de Chicago é realmente fascinante. A relação dele com as drogas é literalmente uma loucura. Sigo lendo e mais tarde prometo tentar fazer um post aqui de tudo o que achei do livro.
Obviamente estou escutando mais Stones e procurando conhecer um pouco mais os artistas que tanto influenciaram a banda no início. Caras como Jimmy Reed, Buddy Guy e Little Richard.
Também me deixou muito contente o álbum de estréia da banda Beady Eye. Formada pelos ex-integrantes do Oasis (sem o Noel). Different gear still speeding é um disco psicodélico tanto nos rock’s quanto nas baladas. Influência nítida da carreira solo de John Lennon, Beatles, The Who, Beach Boys, Rolling Stones. Liam cantando muito. Andy Bell, antes baixista no Oasis, agora assume uma das guitarras ao lado de Gem Archer. Música boa da primeira a ultima faixa.
Fora isso trabalho bombando na Latino América Comunicação e Sonnets voltando a ensaiar. As gravações da banda por enquanto estão paradas.
quarta-feira, 5 de janeiro de 2011
O Velho na Varanda
O velho, da casa velha da esquina, havia enlouquecido. Não resistiu ao último outono, quando sua mulher se apaixonou repentinamente por um “cara mais novo”, assim como ela mesma admitira para uma amiga. “O amor havia acabado” disse ela. Sim o amor acaba. Até flores de plástico morrem (ao contrário do que diz aquela canção) e a gente cansa de tanto ver elas na mesa da sala!
Ele então sentiu o baque da queda quando ela chegou e o encostou contra a parede da verdade (dela obviamente) nua, crua e dolorosa. Ele com o olhar tristonho disse: “vou sentir falta de te ver com aquele vestido florido cozinhando nas manhãs de domingo enquanto eu tomava um chimarrão. O teu cheiro de alfazema nas manhãs de segunda quando te dava o primeiro beijo do dia”.
Não implorou para ela ficar. Sentiu que ali era o fim das coisas que tanto haviam compartilhado, mas o começo de tantas outras. Desejou sorte a sua, já não mais, companheira. Deu-lhe um beijo na testa e disse adeus.
“Reaprender a viver sozinho” era a frase mais repetida no espelho do banheiro todo o dia antes de se barbear. Deu-se ao luxo de comprar alguns vinhos raros e aprendeu a tocar violão para espantar a tristeza que vinha morena e irresistível, com olhos grandes e claros, pedindo colo nas noites em que ele sentava na varanda e cruzava os braços lembrando o passado.
Dizem que passou cinco meses bem, não resistiu mais que isso e caiu como a última folha que cai da árvore antes de começar a estação mais fria do ano Agora ele anda pela casa com um cobertor nas costas, um pé de chinelo, uma caneta na mão e um caderno onde ele anota cada frase que mais tarde na varanda vira canção.
domingo, 26 de dezembro de 2010
A Minha Casa
Segue uma letrinha aí de uma canção do Zeca Baleiro que além de falar da casa onde ele sempre morou também fala de coisas para se avaliar nas nossas vidas nesse início de uma nova vida/ano/fase... O que for .
Minha Casa
Zeca Baleiro
É mais fácil Cultuar os mortos Que os vivos
Mais fácil viver De sombras que de sóis
É mais fácil Mimeografar o passado
Que imprimir o futuro...
Não quero ser triste Como o poeta que envelhece
Lendo Maiakóvski Na loja de conveniência
Não quero ser alegre Como o cão que sai a passear
Com o seu dono alegre Sob o sol de domingo...
Nem quero ser estanque Como quem constrói estradas E não anda
Quero no escuro Como um cego tatear Estrelas distraídas
Quero no escuro Como um cego tatear Estrelas distraídas...
Amoras silvestres No passeio público
Amores secretos Debaixo dos guarda-chuvas
Tempestades que não param Pára-raios quem não tem
Mesmo que não venha o trem Não posso parar
Tempestades que não param Pára-raios quem não tem
Mesmo que não venha o trem Não posso parar...
Veja o mundo passar Como passa
Uma escola de samba Que atravessa
Pergunto onde estão Teus tamborins?
Pergunto onde estão Teus tamborins?
Sentado na porta De minha casa
A mesma e única casa A casa onde eu sempre morei
A casa onde eu sempre morei
A casa onde eu sempre morei...
segunda-feira, 29 de novembro de 2010
Breve relato
terça-feira, 16 de novembro de 2010

Dia 18 a Sonnets começa uma sequencia de shows bem bacana. Nesse dia estaremos nos apresentando no Pampa Stock, festival que rola em São Borja e é organizado pelo pessoal da Unipampa. No dia 20 estaremos estreiando o Porto Alegre Bar em Uruguaiana dirigido pelo nosso amigo Luis. Já na semana que vem estaremos no palco do Macondo em uma das noites do já renomado festival Macondo Circus, estaremos fazendo nossa estréia no Circus e de quebra ainda tocaremos ao lado dos nossos brothers da Ventores que passou por uma reformulação e ao que tudo indica esta vindo com tudo.
Nesses três shows vamos tocar 2 canções novas ... uma delas parceria minha com o Fábio, vocalista da Ventores.
Segue a letra:
E o que você vai lembrar ?
saio de casa cedo
deixo a sorte me encontrar
pessoas distraidas tentando esquecer
as ruas cheias de cores
você do meu lado não me vê
não me vê...
trabalho de pressa pra chegar
onde minha sorte pode estar
procuro o tempo que nunca sobre mas sei
onde quero estar...
Refrão:
os meu melhores anos vão passar
e o que você vai lembrar
com o passo certo posso tentar
a sorte em outro lugar
segunda-feira, 25 de outubro de 2010
Sonnets no Macondo dia 28 - quinta
Subir no palco do Macondo é sempre demais. Fazer um show especial só com canções próprias é sempre mais saboroso, sempre tem um gostinho especial. Pois nessa quinta-feira, dia 28, a Sonnets sobe mais uma vez no palco da casa verde mais conhecida do cenário rock do RS. Estaremos tocando as nossas 14 músicas. Entre elas duas inéditas. Por isso não perde. Nesta quinta a pedida é Sonnets e Jogo Sujo no Macondo a partir das 23hs. Entrada Free para estudantes até a meia noite. No mais ... R$ 7,00.
domingo, 24 de outubro de 2010
terça-feira, 19 de outubro de 2010
Portas e Janelas
Na minha chuva e no meu sol eu seguia sem saber onde chegar. Encontrava portas enterradas e janelas voando, nunca quis abrir as portas, nunca quis sentir o vento entrar por aquelas janelas.
Me enganei tantas vezes que quase fiquei cego. Apostei todas as fichas num grito só mas esqueci que também não havia sorte ao meu redor só a fumaça dos cigarros no ar. Sempre acreditei que um pouco disso (sorte) me faria bem mesmo não acreditando que exista.
segunda-feira, 13 de setembro de 2010
Dando um Peitaço
Mas descobri as artes gráficas, em particular trabalhar com o Corel e Photoshop. De quebra um emprego na Pallotti me rendeu um curso de Indesign (ferramenta que hoje é a mais usada para editoração de livros, revistas e .... jornais) no início do mês de julho fui convidado para diagramar e fazer parte da direção de um jornal novo aqui em Santa Maria, o jornal do Cidadão Santa-mariense. Um jornal com foco cultural e comportamental, um jornal/revista como gostamos de chamar aqui. Para ele sair do projeto e tomar as ruas contamos com o apoio de muita gente “grande” aqui da cidade como Carlos Alberto Bellinaso, conhecido nome do jornalismo santa-mariense, Odilon Ramos que por duas vezes foi chefe de gabinete do governo do estado, também diretor da TVE RS durante três anos e mais algumas pessoas, além de grandes apoiadores como nossas famílias e amigos !
Só temos a agradecer. Podemos dizer que nosso “filho” está na rua e a receptividade tem sido excelente. Em outubro sai a segunda edição. Contamos com a leitura de vocês.
sábado, 28 de agosto de 2010
...
Propus-me esquecer que vivi esse tempo, mas ao mesmo tempo buscar minha identidade e tudo o que perdi, mesmo não querendo esquecer algumas páginas anteriores do meu livro vida.
Deixei-me levar por muita coisa ruim, “cego” como disse um amigo meu uma vez enquanto escutávamos o som que saia de um celular. Deixei de lado muita coisa boa. Deixei de canto as conversas com meu amigo poeta, a cerveja no Miau com meu brother ilustrador, as noites de conversa fiada nos bares, as risadas com pessoas que eu poderia conhecer, a troca de conhecimento com outras. Uma infinidade de coisas que agora quero trazer para o meu mundo. Admito minha parcela de culpa nisso tudo.
Aos meus amigos que perdi nesse tempo:
Vocês sempre estiveram comigo.
Ao respeito que perdi de muitos: espero um dia recuperar, estou lutando para isso.
Vamos todos juntos roubar um carro e cruzar a cidade de bar em bar e pedir a melhor e a mais gelada cerveja. Por que eu também me sinto um Descontente
terça-feira, 29 de junho de 2010
Neon
Ela disse antes de deitarem
A agitação da noite ainda estava na cabeça deles quando
Ambos derrubaram seus corpos na cama
O movimento dos carros
A luz neon na entrada do bar
Tudo ainda girava e perturbava os olhos dos dois
“Agora é hora de paz
Hora de silêncio
É hora de beijar tuas costas
Afoga teu suspiro no meu ouvido
E cheria meu pescoço como só tu sabes”
quarta-feira, 16 de junho de 2010
Serviço de Divulgação

Sexta dia 18 a Sonnets (minha banda pra quem não sabe hhehehe) se Apresenta no The Groove Hall, entrada a R$ 6,00. Iremos apresentar todas as nossas canções e uma nova que finalizamos no ensaio de ontem (terça dia 15) ainda sem nome.
Contamos com a presença de todos ...
letra do novo som:
Eu peço que deixe pelo menos uma porta aberta
pra que eu possa conhecer
o teu lar e uma vez mais
descalço vou correr só pra te dizer
não se importe com a chuva que vai molhar
a calçada onde os teus pasos vão pisar
cante o verso da tua melodia ahhhhhhh
e joga a sorte numa voz que vai cantar
Refrão:
Estranhamente a vida grita assim
sem reposta eu quis você pra sempre aqui
Num vacilo sem final eu digo sim
Sem querer talvez você me encontre aqui
terça-feira, 8 de junho de 2010
Na raça
Sábado dia 05.06 tive uma prova dura do que é fazer um show na raça. Eu estava com febre desde a terça-feira anterior ao dia da apresentação, minha garganta havia ganhado algumas placas e uma forte inflamação. Preocupado com o show de sábado e em como a minha voz estaria me dirigi até um hospital onde tive que tomar dipirona na veia para baixar a febre de 39°, além de sair de lá com uma receita de antibióticos, antitérmicos e spray para aliviar a dor na garganta. Paramos na farmácia. Compramos tudo! Comecei o tratamento na quinta-feira a noite mesmo!
Sexta ainda tinha um duro dia de trabalho na agência, com febre e muita dor consegui finalizar os serviços e fui embora. Sábado de manhã subi no centro para comprar cordas para a guitarra e alguns CDs que eu gravaria mais tarde para distribuir no show. Cheguei do centro tremendo. A febre que eu acreditava ter ido embora tinha voltado. Mais uma vez hospital... e eu pensando “logo em dia de show, eu assim”. Na ida liguei para o Pablo guitarrista da Sonnets e grande brother meu. Minhas palavras foram: “cara tô indo pro hospital fazer minha última tentativa de melhora: tomar um injeção.” Eu estava agitado de cara mesmo... fazer o que ? o cara me acalmou dizendo que se eu não estivesse bem a gente não faria o show na boa. Mas como sou marrento e não me integro...
Cheguei no P.A e o atendente me pergunta na cara de pau: “o que é pra vocês ?” quase que eu respondo: “quero uma passagem pro céu meu amigo” ... me calei depois disse “quero atendimento médico” (óbvio) . Fui atendido... não tinha mais o que fazer, era tomar o medicamento indicado na quinta-feira e esperar fazer efeito. Eu não podia esperar! Não sou de esperar. Na volta pra casa liguei de novo para o Pablo e disse: “Foda-se vou fazer esse show”. Passamos o som já era noite. Vim para casa, tomei banho me alimentei e voltei para o bar. Subimos no palco pontualmente a 1:15 da manhã de sábado pra domingo. Eu nadava em meu próprio suor, minha garganta secava no meio das músicas. Água e água, nunca bebi tanta água num show! Tocamos oito canções. O som no cavaco, certinho, tudo bonito, os timbres as pessoas, as canções ... consegui cantar bem dentro do meu limite técnico e que a minha saúde me possibilitava naquele momento. Pra mim um dos melhores shows da Sonnets.
